Andrea Meira, Pedagogo
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Andrea Meira

São Caetano do Sul (SP)

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Maciel Need
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Comentário · há 12 anos
Boa Andrea, aqui realmente não se deve JULGAR qualquer pessoa que seja.

Quanto a cada um ter o seu valor em relação à sua opção sexual, realmente, é um direito de cada um; porém, não pode ser julgado homofóbico alguém que não concorda com a prática homossexual, sem desmerecer ou desrespeitar quem o é, pois a escolha é livre e direito de cada um.

Creio que atirar pedras em vidraça alheia não é uma atitude prudente e saudável; portanto tal declaração em rede nacional por um cidadão que se reputa candidato e com condições de ser o Presidente da República do Brasil, é no mínimo insensata.

As opções sexuais continuarão a existir, se aumentarem ou diminuírem, não vem ao caso, mas elas continuarão a existir, e, portanto, o Brasil deverá ser governado não só por uma pessoa "decente/correta", mas também que saiba lidar e conviver com as adversidades, inclusive as sexuais.

Como na própria política, existem pessoas de bem e também pessoas nada bem, até mesmo desonestas. Não se pode sair matando quem é desonesto a título de consertar as coisas, e também não se pode ser contra a homossexualidade, nem mesmo dentro de nossas casas, pois poderá ser qualquer pessoa de nossa família e nem por isso iremos colocá-la porta fora.

O que, creio, não se deva fazer, é apologia ao homossexualismo, que todos deveriam ser homossexual. Impor esse comportamento é "homofobia inversa", ou seja, intolerância aos heterossexuais.

Para vivermos em sociedade, é preciso ter cultura: tudo aquilo que faz parte da nossa realidade, como já pregado "tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida de sua desigualdade" - significa também: TOLERÂNCIA.

Um apontamento aqui interessante: o funk, tão criticado pelos eruditos, e, ao mesmo tempo, transbordando sabedoria:

"Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado." (Cuide de si próprio!)

O cidadão que se diz candidato à presidência da República, bem que poderia cantar essa música, refletir, e não falar asneira.

Se estivesse com alguma condição de disputar o pleito, teria perdido essa condição, não pelo que disse em si, mas por revelar o que pensa e como iria agir caso eleito fosse.

Felizmente, o nobre político, irá "infernar" somente (não que seja pouco) a sua própria família.

À família desse cidadão, deixemos aqui "nossos sinceros votos de pesar."
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