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Andrea Meira
São Caetano do Sul (SP)
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Sobre mim
Professora
Sou uma pessoa curiosa sobre o Direito.
Sou fascinada pela internet, redes sociais e meios de comunicação.
Comentários
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Andrea Meira
Comentário ·
há 12 anos
Presentes para crianças escondem tributos de gente grande
Studio Fiscal
·
há 12 anos
Que vergonha Brasil !!!
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Andrea Meira
Comentário ·
há 12 anos
Rede Social ajuda a comprovar que homem não é trabalhador rural para fins de aposentadoria
COAD
·
há 12 anos
A magistrada agiu corretamente ao efetuar as investigações necessárias para averiguar a real situação do requerente, porém pecou em uma coisa apenas.
"As regras de experiência conduzem à conclusão de que o trabalhador rural, titular do direito à aposentadoria por idade, sequer sabe ligar um computador"
O fato de uma pessoa ser trabalhadora rural, já à beira da aposentadoria por idade não descarta a possibilidade dela ter conhecimento em informática, principalmente em redes sociais, que é o mais básico e fácil por destinar-se, em sua maioria, para entretenimento. Ao meu ver, nessa frase, há um certo preconceito que deve ser extirpado. A terceira idade anda muito "plugada" e "antenada" nas novidades e nas atualidades, e isso é muito bom.
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Andrea Meira
Comentário ·
há 12 anos
Não, não e não à intolerância religiosa!
Cibele Bozgazi
·
há 12 anos
Esse é o ponto Rodolfo Novaes, exatamente isso.
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COAD
Notícia ·
há 12 anos
Rede Social ajuda a comprovar que homem não é trabalhador rural para fins de aposentadoria
A juíza Marli de Fátima Naves, da comarca de Vianópolis, julgou improcedente pedido de aposentadoria de Deusomer Godoi como trabalhador rural. Pelo benefício, ele poderia começar a receber a verba...
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Maciel Need
Comentário ·
há 12 anos
O desabafo homofóbico de Levy Fidelix e a reação de Eduardo Jorge
Pragmatismo Político
·
há 12 anos
Boa Andrea, aqui realmente não se deve JULGAR qualquer pessoa que seja.
Quanto a cada um ter o seu valor em relação à sua opção sexual, realmente, é um direito de cada um; porém, não pode ser julgado homofóbico alguém que não concorda com a prática homossexual, sem desmerecer ou desrespeitar quem o é, pois a escolha é livre e direito de cada um.
Creio que atirar pedras em vidraça alheia não é uma atitude prudente e saudável; portanto tal declaração em rede nacional por um cidadão que se reputa candidato e com condições de ser o Presidente da República do Brasil, é no mínimo insensata.
As opções sexuais continuarão a existir, se aumentarem ou diminuírem, não vem ao caso, mas elas continuarão a existir, e, portanto, o Brasil deverá ser governado não só por uma pessoa "decente/correta", mas também que saiba lidar e conviver com as adversidades, inclusive as sexuais.
Como na própria política, existem pessoas de bem e também pessoas nada bem, até mesmo desonestas. Não se pode sair matando quem é desonesto a título de consertar as coisas, e também não se pode ser contra a homossexualidade, nem mesmo dentro de nossas casas, pois poderá ser qualquer pessoa de nossa família e nem por isso iremos colocá-la porta fora.
O que, creio, não se deva fazer, é apologia ao homossexualismo, que todos deveriam ser homossexual. Impor esse comportamento é "homofobia inversa", ou seja, intolerância aos heterossexuais.
Para vivermos em sociedade, é preciso ter cultura: tudo aquilo que faz parte da nossa realidade, como já pregado "tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida de sua desigualdade" - significa também: TOLERÂNCIA.
Um apontamento aqui interessante: o funk, tão criticado pelos eruditos, e, ao mesmo tempo, transbordando sabedoria:
"Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado." (Cuide de si próprio!)
O cidadão que se diz candidato à presidência da República, bem que poderia cantar essa música, refletir, e não falar asneira.
Se estivesse com alguma condição de disputar o pleito, teria perdido essa condição, não pelo que disse em si, mas por revelar o que pensa e como iria agir caso eleito fosse.
Felizmente, o nobre político, irá "infernar" somente (não que seja pouco) a sua própria família.
À família desse cidadão, deixemos aqui "nossos sinceros votos de pesar."
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Rodolfo Novaes
Comentário ·
há 12 anos
Não, não e não à intolerância religiosa!
Cibele Bozgazi
·
há 12 anos
Na verdade Andrea, eu como ateu, acredito que a possibilidade de os funcionários enfeitarem seu local de trabalho (público ou privado) com um símbolo religioso não seja uma ofensa à laicidade do Estado, acredito que a liberdade religiosa abarca isso. O problema é que esta liberdade deve ser plena. Agora pergunta se os servidores iriam ficar satisfeitos com um membro da quimbanda afixando uma imagem de alguma entidade, ou ainda se fosse um satanista que desejasse inverter o crucifixo que eles lá penduraram. Não tem nada demais em preservar seus símbolos perto de você, mas talvez seja mais prudente evitar afixá-los em um ambiente de grupo para impedir que discussões desagradáveis possam surgir.
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